Se você acompanha futebol de base, sabe que o duelo Brasil sub-20 contra México sub-20 nunca é só mais um joguinho de calendário. É rivalidade pura. É o futuro batendo na porta. Honestamente, quem assistiu aos confrontos mais recentes, especialmente a sequência intensa de amistosos e a abertura da Copa do Mundo de 2025, viu que a "geração de ouro" do Brasil não teve vida fácil.
O México tem essa característica irritante (para os brasileiros, claro) de travar o jogo. Eles não se assustam com a amarelinha. No último grande encontro oficial, na estreia do Mundial Sub-20 em setembro de 2025, o placar de 2 a 2 refletiu exatamente o que foi o jogo: um sufoco tático.
O reencontro em São Januário e a força da base
Lá atrás, em setembro de 2024, as duas seleções se enfrentaram duas vezes no estádio do Vasco, no Rio de Janeiro. Foi um laboratório de luxo para o técnico Ramon Menezes. No primeiro jogo, o Brasil venceu por 2 a 1. Sabe quem brilhou? O Rayan Lucas e o João Cruz. Foi aquele tipo de partida onde o Brasil domina a posse, mas o México acha um gol contra e coloca todo mundo em alerta.
A segunda partida foi ainda mais maluca. Um 3 a 2 apertado. Vitor Roque marcou, mostrando que mesmo sob pressão, o faro de gol estava ali. Mas o que me chamou a atenção foi como o México conseguiu descontar com o Mateo Levy. Basicamente, os caras não desistem. Se você bobear na saída de bola, eles punem.
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Os nomes que você precisa anotar
- Luighi Hanri: O cara tem estrela. Marcou o gol do empate salvador no Mundial de 2025 contra os mexicanos.
- Rayan (Vasco): Jogando em casa nos amistosos de 2024, ele mostrou por que é tratado como uma joia.
- Mateo Levy (México): Esse garoto é liso. Ele incomodou a zaga brasileira em quase todos os encontros recentes.
Por que o Brasil sub-20 contra México sub-20 é tão equilibrado?
Muitas vezes a gente cai no erro de achar que o Brasil vai atropelar só pelo peso da camisa. Grande erro. A escola mexicana de base evoluiu demais. Eles jogam com uma compactação defensiva que tira a paciência dos nossos pontas. Nos jogos de 2024 e 2025, vimos um Brasil tentando driblar o tempo todo, enquanto o México apostava em transições rápidas.
Sério, o empate em 2 a 2 no Chile (Mundial 2025) foi uma lição. O Brasil saiu na frente com o Rafael Coutinho, tomou a virada e precisou buscar o empate aos 76 minutos com o Luighi. É futebol de gente grande.
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Detalhes técnicos que ninguém te conta
A preparação do Ramon Menezes focou muito em atletas que já estão no profissional. Wesley e Breno Bidon, do Corinthians, trouxeram uma casca necessária para o meio-campo. No entanto, o entrosamento ainda oscila. O México, por outro lado, parece jogar junto desde o berço. A coordenação deles para pressionar a bola é algo que o Brasil ainda sofre para superar.
O que esperar daqui para frente
Se você quer entender o sucesso dessas seleções, precisa olhar para o aproveitamento individual. Não adianta só ganhar; o objetivo é formar. O Brasil sub-20 contra México sub-20 serve como o filtro final.
O que fazer para acompanhar melhor:
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- Fique de olho nas convocações do Sul-Americano: Muitos dos nomes que testaram o México em 2024 estarão no time principal do Sul-Americano de 2026.
- Analise a minutagem: Jogadores como João Cruz e Rayan Lucas estão ganhando espaço nos seus clubes (Athletico e Vasco). Isso dita o ritmo da seleção.
- Não subestime os amistosos: É neles que o Ramon testa variações táticas, como o 4-3-3 que vira 4-4-2 dependendo da subida dos laterais como o JP Chermont.
Basicamente, o confronto entre brasileiros e mexicanos na categoria sub-20 é o melhor termômetro para saber quem realmente vai chegar na seleção principal. O equilíbrio é a nova regra, e o "jogo bonito" agora precisa vir acompanhado de muita disciplina tática para vencer os vizinhos da América do Norte.
Acompanhe as próximas janelas da FIFA. A tendência é que esses dois se encontrem novamente em torneios preparatórios para o próximo ciclo olímpico. Prepare o coração, porque raramente esse jogo termina com o placar em branco.